DEEP WICCA FILES
IMPROMPTUS
Rafael Ludicanti
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NOTA DO AUTOR:
As comunidades religiosas, espirituais, filosóficas, teológicas e científicas são convidadas, com imensa alegria e boa fé, a tomar parte nessas reflexões.
Salvaguardem a integridade deste conhecimento, na medida da sua própria integridade.
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Espírito é a materialidade da vida.
Logos é a imaterialidade da Natureza.
A Mente é a imaterialidade do Espírito, ou potência lívida do Logos.
A Alma é o alento que incide sobre a Mente.
O que caracteriza a Libido, ou Kundalini, é a imaterialidade que trafega na condução de energia vital, chamada Devir, ou intenção, pois é a energia do Espírito.
O que torna Matéria e Energia reversíveis entre si é o fato de que a Energia é material, ou seja, o que as diferencia é o Logos.
O vácuo, como já publicado, é químico, mas o que isso quer dizer é que o espaço é químico, ou seja, material, e pode ser definido como a imanência do vazio, que é sempre positivo.
A finitude do Universo é a própria definição de matéria, aquilo que está contido em si mesmo, cuja soma das parte equivale ao todo.
O infinito é o que não está contido no que contém.
O limite é infinito, o conteúdo, finito, mas cada um é completo nesses termos, de modo que o infinito sempre está completo, e o finito sempre pode aumentar ou diminuir em sua totalidade.
O que limita, mas está limitado, apenas descontinua o que contém no que caracteriza seu próprio conteúdo, ainda que este seja o vazio.
Esse é o Logos do Logos, pois é ele que torna a Natureza manifesta.
A Mente é essa potência, a potência lívida do Logos, relativa ao que é vivo e possui os limites (essência) do Espírito.
A imaterialidade da Natureza não pertence à Natureza, mas à Realidade.
O Logos é a cognição inerente à Realidade.
Assim, o Universo é finito (Natureza), e o Cosmos (Realidade), infinito, pois a Realidade é tudo o que existe e tudo o que não existe.
A luz, destarte, se comporta como partícula quando interage com o que não constitui o que ela é ou pode tornar-se (espectro de radiaçôes eletromgnéticas), ou seja, quando se exprime através daquilo que ela mesma não contém.
É isso que origina a Informação - a Dualidade, pois torna possível a Linguagem.
O comportamento ondulatóro da luz ja é material, mas o que prova que a luz não é informação é o fato de sua velocidade ser independente do referencial observador - ela não estabelece comunicação.
A matéria tem origem na ausência de Logos criada pelo Logos para adquirir validade, de modo a tornar inviável à Natureza contradizer a si mesma, ou seja, ela não pode descumprir suas próprias Leis.
A natureza ondulatória não é dual, pois é sempre ondulatória da mesma forma, mesmo se interrompida incompleta.
As suas fases estão relacionadas ao Tempo, que é uma grandeza do Logos - o Logos do movimento sem energia, assim como as 3 dimenções espaciais são o Logos da Matéria (3D), da Informação (2D), e da Imaterialidade (D).
As fases de onda são a maneira como o Tempo incide sobre o Espaço - uma vibração.
A adimensionalidade é um recurso de validaçào lógica da Linguagem pela Linguagem, por ser um axioma válido - ipso facto - basta cogitá-lá para torná-la verdadeira.
Somente o que é verdadeiro torna a verdade imprescindível.
Nisso consiste o que é a Natureza.
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IMPROMPTUS
Rafael Ludicanti
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AUTHOR'S NOTE:
Religious, spiritual, philosophical, theological and scientific communities are invited, with immense joy and good faith, to take part in these reflections.
Safeguard the integrity of this knowledge to the extent of your own integrity.
Deep Wicca can be absolutely serene.
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Spirit is the materiality of life.
Logos is the immateriality of Nature.
Mind is the immateriality of Spirit, or the livid potency of the Logos.
The Soul is the breath that spakles on the Mind.
What characterizes Libido, or Kundalini, is the immateriality that travels in the conduction of vital energy, called Devir, or intention, as it is the energy of the Spirit.
What makes Matter and Energy reversible to each other is the fact that Energy is material, that is, what differentiates them is the Logos.
The vacuum, as already published, is chemical, but what this means is that space is chemical, that is, material, and it can be defined as the immanence of the void, which is always positive.
The finitude of the Universe is the very definition of matter, that which is contained in itself, whose sum of the parts is equivalent to the whole.
The infinite is what is not contained in what it contains.
The limit is infinite, the content finite, but each is complete in these terms, so the infinite is always complete, and the finite can always increase or decrease in its entirety.
What limits, but is limited, only discontinues what it contains in what characterizes its own content, even if this is the void.
This is the Logos of the Logos, for this is it what makes Nature manifest.
The Mind is that potency, the livid potency of the Logos, relative to what is alive and possesses the limits (essence) of the Spirit.
The immateriality of Nature does not belong to Nature, but to Reality.
The Logos is the cognition inherent in Reality.
Thus, the Universe is finite (Nature), and the Cosmos (Reality), infinite, for Reality is everything that exists and everything that does not exist.
Light, therefore, behaves as a particle when it interacts with what does not constitute what it is or can become (spectrum of electromagnetic radiation), that is, when it expresses itself through what it does not contain.
This is what gives rise to Information - Duality, as it makes Language possible.
The wave behavior of light is already material, but what proves that light is not information is the fact that its speed is independent of the observer's frame of reference - it does not establish communication.
Matter originates in the absence of Logos created by Logos to acquire validity, in order to make it impossible for Nature to contradict itself, that is, it cannot violate its own Laws.
The wave nature is not dual, as it is always wavelike in the same way, even if interrupted incompletely.
Its phases are related to Time, which is a greatness of the Logos - the Logos of motion without energy, just as the 3 spatial dimensions are the Logos of Matter (3D), Information (2D), and Immateriality (D).
Wave phases are the way Time impinges on Space - a vibration.
Nondimensionality is a resource for the logical validation of Language for Language's sake, as it is a valid axiom - ipso facto - to consider it is enough to make it true.
Only what is true makes the truth indispensable.
This is what Nature is.
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IMPROMPTUS
Rafael Ludicanti
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NOTA DEL AUTOR:
Las comunidades religiosas, espirituales, filosóficas, teológicas y científicas están invitadas, con inmensa alegría y buena fe, a participar en estas reflexiones.
Salvaguarda la integridad de este conocimiento en la medida de tu propia integridad.
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El espíritu es la materialidad de la vida.
Logos es la inmaterialidad de la Naturaleza.
La mente es la inmaterialidad del Espíritu, o la potencia lívida del Logos.
El Alma es el soplo que cae sobre la Mente.
Lo que caracteriza a la Libido, o Kundalini, es la inmaterialidad que transita en la conducción de la energía vital, llamada Devenir, o intención, pues es la energía del Espíritu.
Lo que hace que la Materia y la Energía sean reversibles entre sí es el hecho de que la Energía es material, es decir, lo que las diferencia es el Logos.
El vacío, como ya se publicó, es químico, pero esto significa que el espacio es químico, es decir, material, y se puede definir como la inmanencia del vacío, que siempre es positivo.
La finitud del Universo es la definición misma de la materia, aquello que está contenido en sí mismo, cuya suma de partes equivale al todo.
El infinito es lo que no está contenido en lo que contiene.
El límite es infinito, el contenido finito, pero cada uno es completo en estos términos, por lo que el infinito siempre es completo y lo finito siempre puede aumentar o disminuir en su totalidad.
Lo que limita, pero es limitado, sólo descontinúa lo que contiene en lo que caracteriza su propio contenido, aunque sea el vacío.
Este es el Logos del Logos, pues es él quien manifiesta la Naturaleza.
La Mente es esa potencia, la potencia lívida del Logos, relativa a lo que está vivo y posee los límites (esencia) del Espíritu.
La inmaterialidad de la Naturaleza no pertenece a la Naturaleza, sino a la Realidad.
El Logos es el conocimiento inherente a la Realidad.
Así, el Universo es finito (Naturaleza), y el Cosmos (Realidad), infinito, pues Realidad es todo lo que existe y todo lo que no existe.
La luz, por lo tanto, se comporta como una partícula cuando interactúa con lo que no constituye lo que es o puede llegar a ser (espectro de radiación electromagnética), es decir, cuando se expresa a través de lo que no contiene.
Esto es lo que da lugar a la Información - Dualidad, ya que hace posible el Lenguaje.
El comportamiento ondulatorio de la luz ya es material, pero lo que prueba que la luz no es información es el hecho de que su velocidad es independiente del marco de referencia del observador: no se establece comunicación.
La materia se origina en la ausencia del Logos creado por el propio Logos para adquirir validez, para hacer imposible que la Naturaleza se contradiga a sí misma, es decir, que no pueda violar sus propias Leyes.
La naturaleza ondulatoria no es dual, ya que siempre oscila de la misma manera, incluso si se interrumpe de forma incompleta.
Sus fases están relacionadas con el Tiempo, que es una grandeza del Logos, el Logos del movimiento sin energía, así como las 3 dimensiones espaciales son el Logos de la Materia (3D), de la Información (2D) y de la Inmaterialidad (D).
Las fases de onda son la forma en que el Tiempo incide en el espacio: una vibración.
La no dimensionalidad es un recurso para la validación lógica del Lenguaje por el Lenguaje, ya que es un axioma válido -ipso facto-, pensarlo es hacerlo realidad.
Sólo lo que es verdad hace indispensable la verdad.
Esto es lo que es la Naturaleza.
